martes, 4 de septiembre de 2007

Tanta beleza

Tanta beleza
O conto em portugues
do etO


A amanha estaba cinza, o orvalho cobria cada espaço da casa. As janelas tinham ficado abertas a noite tuda.
Meus olhos estabam de um cor vermelho tão intenso que minha visão se cortaba. Os libros que estabam sobre a mesa suarom lagrimas amarelas, as letras se deslizabam por entre as fendas da mesa. Os dias no mes de julho podem ser pesados e interminávels. Meus dedos se sentiam cortados e duros, minha cabeça viajaba tres centimetros despois do resto do meu corpo.

O cheiro a moranga enchia o lugar. Ela estaba ali, abatida no sofa, desnuda sim defesa algum. Sua beleza opacaba o resto do lugar. Me lembro o dia que a conheci, ali parada na rua em um dia chuvoso com um sol intenso que caia como lanças em guerra.

Ela vestia uma blusa azul, da cor do céu e uma calça jeans. Sua cabeleira era um rio de desejos que repousaba em seus ombros como samambaias me cativo.

Ontem, meus pés a siguierom até aqui. Encontre ela de um senso do humor diferente, mas pausada que antes, não era a mesma.

A menina que conheci faz quatro anos tinha mudado era uma mulher por onde vieras. Seus olhos se moviam rapido, projetando uma rapidez mental que só uma mulher tem.

Suas cadeiras se tinham alongado, e seus peitos cheirabam a flores de verão. Todo era diferente em ela, o movimento da suas mãos, a cadência da suas cadeiras, o vôo do seu cabelho, tudo.

A pessoa que tinha conhecido não estaba ali, era outra mulher que me apaixono uma vez mas. Sua mirada era outra e eu não podia confiar em ela do mesmo jeito que antes, era bela demais, uma femme fatal.

Agora que todo tem pasado, eu estou tranqüilo, agora não importa o que senti o tinha visto de novo. Agora todo esta resolto.

tivesse sido mais fácil, si me tivesse escutado desde um començo, si não fora tam bela, com tanta beleza jamais me ía a ser fiel.
Si não tivesse mudado ainda estariamos felizes os dois vivos.
Agora ela esta ali morta no sofa e eu aqui morto em vida, e ela ali.

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El arte del engaño en vilo recrea la vida misma, al llenar los huecos vacios de la vida, de una ficcion posible. etO

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